quinta-feira, 16 de abril de 2009

Richard Wagner

A cada dia que passa, meu encantamento com o compositor Richard Wagner aumenta muitíssimo. De todos os autores de ópera, para mim, ele é o melhor. Vou dar uma escorregada em Pietro Mascagni, com sua Cavalleria Rusticana, cuja música é também bela. Outro autor, nacional este, que merece ser lembrado é Carlos Gomes e sua abertura de O Guarani. Essa me traz lembranças da infância em Ibicuí.
Mas nada, nada mesmo se compara à abertura de Tannhäuser, de Richard Wagner. O que é isso, meu Deus! é Divino, arrepiante! Há um ou dois anos atrás tive a oportunidade de ver essa ópera encenada no Municipal do Rio, mas lamentavelmente havia falecido um parente de um membro da orquestra e a abertura foi um fracasso. Sem força, insossa. Deu pena. Com toda a dor e com todo o respeito pelo que aconteceu, mas me parece que faltou também profissionalismo. Ou se fazia a apresentação de forma correta ou não se realizava a récita naquele dia.
Agora, enquanto escrevo esta postagem, escuto Tristão e Isolda, de Wagnar. Outra belezura.

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