segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Repassando

Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Força Unida
Agora é época de eleição. Recebi outro dia, em função disso, um e-mail daqueles chatinhos, falando que a culpa de termos péssimos políticos é do povo, que só pensa em samba, futebol, praia e mulher... e um chopinho de lambuja.Tem razão.O brasileiro é um povo que ainda não passou por uma situação extrema, daquelas que arrasam com tudo e com todos. Ai você pode me dizer "ah, mas nós tivemos a ditadura". Tudo bem, a dita dura da ditadura foi dura, o AI5 acabou com muita gente, mas se pegarmos os livros editados sobre aquela época, escritos por quem participou na e da luta, e lermos atentamente, vamos ver que muita coisa era feita nas coxas, usando um termo baixo. Nada comparável a Tupamaros, Montoneros, só pra ficar no Cone Sul...Mas o que quero dizer aqui é que não temos noção do que a união ( de forças, não de estado) pode fazer.Só para dar um exemplo, mas ai vai entrar o futebol no meio, (e acho que só assim o povo se une).Há um tempo fomos ao Maracanã assistir a um Flamengo e Botafogo. Era algum motivo festivo e antes do jogo entraram Beth Carvalho (botafoguense) e Jorge Aragão (flamenguista) em campo para cantarem algumas músicas.Eu disse para cantarem... e quem disse que eles cantaram? Diante de um Maracanã superlotado, os dois ensaiaram um começo, mas as vaias, gritos, urros, assovios, ecoaram por todo o estádio.Chegou a ser um espetáculo bonito. Unidos, o povo não deixou que as duas estrelas cantassem e, de mãos dadas, acabaram saindo do gramado. Unidos o povo venceu. Não houve o show.Pena que esse tipo de união não aconteça em outras situações mais importantes!!!

domingo, 22 de junho de 2008

Laranjas e descamisados

Mais um grande jogo pela Eurocopa 2008. Holanda e Rússia. Melhor para a equipe russa, que acabou superando os "laranjas" (nada a ver com os políticos brasileiros) por 3 a 1, resultado na prorrogação. No tempo de jogo normal, a partida acabou em empate de um gol.
Eu havia eligiado antes o time holandês. Realmente apresentou em toda a competição um dos mais vistosos futebol, se não o melhor. Mas devo confessar que a Rússia ontem foi superior. Ágil, veloz, envolvente, acabou por cansar a equipe holandesa, que se rendeu após o segundo gol dos rivais.
Um grande destaque foi a festa das torcidas. Boa parte das arquibancadas coloridas com a cor laranja das camisas dos torcedores holandeses. A outra parte, em sua maioria, sem camisas. O calor foi grande para os russos, não acostumados à temperatura local.
Quem viu o jogo pela televisão, tenho certeza, assistiu um belíssimo show e um grande confronto.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Como dizia Delfin Neto... sem comentários

Brasil e Paraguai? nessas horas baixa de novo o espírito da Arlete Sales em Toma lá, dá cá: prefiro não comentar!
Argentina e Equador? sem comentários!
Uruguai e Venezuela? Nossa!

sábado, 14 de junho de 2008

Eurocopa: um colírio para os olhos

E a Eurocopa, heim?! e a Holanda, heim!? heim?! que futebol, que maravilha... 3 a 0 na Itália, 4 a 1 na França, fantástica!!!". Aliás, falando em futebol, não como técnica, mas como espetáculo, tenho comentado várias vezes com meu filho Daniel, que o futebol europeu dá um banho em tudo. Estádios grandes, quase sempre lotados, torcida educada (sem contar os hooligans, claro), segurança, beleza nas jogadas, agilidade, precisão nos chutes... enfim, um verdadeiro espetáculo. Coisa que por aqui há muito não se vê.
Esses dias de Eurocopa, quando posso ver, são um colírio para meus olhos.
Em tempo: amanhã é dia para, quem torce pelo Brasil, sofrer e rezar para não ver mais um vexame. Há muito tempo acho que firulas, pedaladas (nada comparadas com as do Garrincha e a genialidade de Pelé), dinheiro e ambição vêm acabando com o futebol tupiniquim.

domingo, 8 de junho de 2008

Mas bah, tchê!

É, a máquina não era tão certinha assim... ou será que o Grêmio é melhor que o Boca?

sábado, 7 de junho de 2008

Curtíssima

Sobre a vitória do Pó de Arroz sobre la Bombonera: como diz a personagem de Arlete Sales em "Toma lá, dá cá", prefiro não comentar!!!!!!

Me segura senão eu caio...Chaves 2 x 0 Lula

E a seleção brasileira (com minúscula mesmo), heim! Os 11 anões perebas, comandados pelo anão-mor Dunga, vestiram a camisa amarela, entraram em campo e... amarelaram. O jogo foi contra a Venezuela, em Boston, cidade dos Estados Unidos. Para quem não sabe, os E.U.A. são comandados por aquele garoto com cara de paspalho, o Bozo, maior palhaço que o mundo já conheceu.
Conjecturam-se algumas hipóteses para o fiasco nacional. Uma delas diz que a galera deixou-se influenciar pelo palhaço, pois foram lá fazer palhaçadas. Outra diz que se intimidaram diante das demonstrações de poder de outro palhaço, aquele dos programas infantis que passa no SBT, o Chavez. Como se sabe, o cara andou disparando novos mísseis no Caribe, para demonstrar um certo poder diante de americanos e latinoamericanos, e os garotos, com medo, se deixaram vencer. Uma terceira hipótese é de que se deixaram levar pelo nome da cidade onde o jogo foi realizado, pois acabaram "bostando" mesmo. Perderam de 2 a 0 para os venezuelanos.
Nem as firulas e as famigeradas pedaladas do "bocão" Robinho adiantaram. O nosso time patinou feio. Que vexame!
Diante disso, como diz a letra daquela gostosa música que o Alceu Valença canta: me segura que senão eu caio!

BH

Alô Iana, alô Ricardo Luiz... felicidades mil para vocês ai em BeAgá!!!! Essa casal vai bombarrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E a mamãe Regina babarrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Alguma dúvida?

Um comentário maldoso, mas ao mesmo tempo prazeroso, orgasmático, sobre o jogo entre Vasco e Sport, disputado em São Januário, ganho nos pênaltis pela equipe de Recife: É um animaaaaaaaaaaaaaaaallllllllllllllllll!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Esta é para rir. Outro dia, andando pela Avenida Copacabana vinha em sentido contrário ao meu uma menina linda, daquelas magérrimas, tipo modelo. Vinha naquele caminhar estranho que só as modelos têm sobre uma passarela. Aliás, parecia mesmo desfilar em plena Copacabana.
Na minha frente dois adolescentes se viraram quando ela passou. O mais alto comenta com seu amigo:
- Olha que coisinha linda! Maravilha!
O outro fez cara feia e respondeu na lata:
- Se você gosta é problema seu. Eu gosto de carne. Quem gosta de osso é cachorro ou cemitério!

Ainda sobre o "Fenômeno"

Domingo último, dia 4, Ronaldinho mostrou-se macho. Com muita coragem falou à repórter do Fantástico sobre o que aconteceu naquela madrugada fatídica em que se envolveu com travestis. Sem dúvida alguma, poucos teriam a hombridade de fazer o que ele fez. Mostrar a cara na telinha e falar para milhões de brasileiros. Parabéns.
Hoje, no Jornal Nacional, a verdade começou a vir à tona. Os travestis que estiveram no quarto do Motel Papillon, na Barra da Tijuca, com Ronaldo, voltaram atrás em seus depoimentos e praticamente inocentaram o craque brasileiro. De qualquer modo, a imagem do "Fenômeno" ficou manchada de uma forma tal, que não há Omo que resolva. Lamentável.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Banheeeeeiiiiiraaaaaaaaaaa!

E o Ronaldo Fenômeno, heimmmmm!!!!??????? Que mancada, meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!! Nada tenho contra as opções sexuais das pessoas. Cada um sabe o que faz com seu corpo. Mas Ronaldo é uma pessoa pública, querida, e teria que pensar mais antes de dar qualquer passo. Pode arruinar com sua vida assim de uma hora para a outra. A Nike já disse, segundo os jornais de hoje, que poderá rever seu contrato com o jogador. Além do mais, com o dinheirão que tem não precisava passar por isso.
É bem verdade que essa história está muito confusa. Existe uma só verdade nisso tudo e várias meias verdades. Mas só quem esteve naquele quarto saberá.
De qualquer modo, Ronaldo vinha tentando recuperar uma imagem em queda depois daquela Copa do Mundo, tentando se livrar da imagem negativa de gordinho, tentando se recuperar de uma segunda operação nos joelhos para voltar aos gramados... e me faz uma dessas!
Me vem à cabeça uma imagem de brincadeira: Ronaldo, em campo, vem trabalhando a bola, de repente chuta e fura, pisa na bola, joga pra fora do estádio, na rua... e mesmo se fizesse o gol, seria anulado. E lá na cabine da rádio, o falecido Mário - com dois enes -Vianna berraria: "Banheeeeeeeeeeeeeiiiiiiraaaaaaaaaaaaaaa!!!!!".

Sou Zé povinho

Outra bronca, desta vez com o INSS. E dou a bronca aqui por duas razões. Uma, para não enfartar. A outra, porque não se pode mais reclamar em órgão público. Ao se entrar já se lê aquele anúncio nas paredes, que soa como intimidação: "Aviso - desacato é crime". Isso quer dizer, qualquer coma, qualquer meio tom, um tom, um sustenido ou um benol na voz pode dar prisão. Então, o jeito é desabafar aqui.
Mas a questão é que estive no INSS outro dia, para tentar fazer as contas do tempo de contribuição que tenho (existe na internet, mas não é muito correta e eu preciso saber exatamente quanto tenho). Após enfrentar uma fila considerável, fui informado que teria que ligar para o 135 e agendar. Até ai, tudo bem. O problema foi quando liguei e a atendente me perguntou para que posto eu queria o agendamento. Disse então minha opção e escutei a seguinte pérola: " Para esse posto não temos vaga. Só temos vagas para outubro e assim mesmo nos postos de Paciência, Santa Cruz ou Vigário Geral". Essas são os nossas órgãos. Vou ter que esperar e entrar nesse jogo, Afinal, sou Zé povinho!

Respeito pelo idoso

Ontem tive mais uma decepção com o capitalismo selvagem... Tá. Explico: não consigo conviver bem com essa questão de as empresas quererem apenas lucrar e o cliente ô... que se dane! Principalmente quando a empresa é ligada à área da saúde e o cliente é o idoso.
Levei minha mãe, na tarde de ontem, para fazer um exame de tomografia no laboratório Labs da rua Figueiredo Magalhães. Antes de nós, entrou outro filho levando sua mãe já bastante idosa e caminhando muito lentamente, de bengala, para um outro tipo de exame. Acontece que o Labs da Figueiredo tem um mezanino onde essa senhora teria que fazer seu exame. O de minha mãe seria no térreo, sem problemas.
Me deu pena quando chamaram essa senhora e lhe disseram que o exame seria exatamente no mezanino. Sem mentira, eu fiz questão de contar os degraus que ela teria, penosamente, que subir. Eram 20. Para qualquer pessoa jovem ou ainda de meia idade seria fácil, mas imaginem para uma senhora andando com dificuldade e de bengala!
O que mais me deixou decepcionado foi a postura das atendentes do Labs. Nada podiam fazer, lamentavam, mas o exame não tinha como ser feito em outro ambiente e não tinham elevador... O pior é que se reclamamos ainda nos tornamos clientes mal educados ou chatos. Uma total falta de respeito com o cliente, com o idoso e com o ser humano!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O problema do Maracanã

Assisti ontem, pela televisão, ao jogo em que o Flamengo derrotou o Botafogo no Maracanã. Não vou comentar o confronto, primeiro porque tudo que tem que ser dito já está nos jornais de hoje e, segundo, porque não entendo de futebol a ponto de ser louco e expressar aqui minha opinião. Quero falar de outra coisa que me tem chamado a atenção e me chateado bastante.
Gosto de ir ao Maracanã com meu filho por duas razões: a primeira, porque sei que ele, Daniel, curte muito acompanhar de perto o nosso Flamengo e, segundo, porque acho o espetáculo em si - as torcidas, a vibração e a energia - belíssimo. É claro que já estive outras vezes no Maracanã. Depois, com as brigas entre torcidas e por não gostar de violência, parei de ir.
Agora, com toda essa campanha de paz e amor, com a volta da família ao campo de jogo, e por meu filho, recomecei a freqüentar o maior do mundo. Mas algo me incomoda e muito. Já não se assiste ao jogo sentado. Não consigo entender que se pague um ingresso caro para ficar 90 minutos em pé. É cansativo. A situação chega a um ponto em que, muitas vezes, nas cadeiras azuis, o torcedor fique em pé em cima dos apoios para os braços. Esse problema mereceu hoje, em O Globo, uma matéria. Comenta o fato de o público assistir em pé até nas cadeiras em cima das cabines de rádio e televisão. E vai você reclamar com os da frente para ver o que acontece... Uma pena!

Um beijo no seu coração!!!

Hoje é dia de comemoração. Daniel, o bonitão ai do lado esquerdo, meu filho, para nossa alegria, completa seus 16 anos e se torna mais um eleitor de responsa neste país. Alegre, divertido, sagaz e inteligente (sou pai coruja mesmo) nos deixa a todos muito felizes com seu carinho. A ele nós desejamos muita felicidade, muita saúde e muita luz a iluminar seu caminho nesta vida.

Além de tudo, ele é um rubro-negro doente, e ontem vibrou muito com a vitória do Flamengo em cima do Botafogo por 1 a 0. Claro, a vibração maior foi com Obina, de quem é admirador. Ao final do jogo, todo feliz, cantou em meus ouvidos aquela musiquinha que os rubro-negros gostam de ouvir: domiiiiiiiingo eu vou ao Maracanããããããã....

A ele, nosso beijo maior e aquele abraço apertadão!!!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Que fim levaram?

Outro dia, limpando a poeira de meus LP's (ainda guardo uma boa quantidade deles), peguei um de Paulo Diniz, de 1970. O LP tinha por título o nome de uma de suas músicas: "Quero voltar prá Bahia". Sucesso na época e ainda hoje. Mas o fato curioso desse disco é que foram feitas duas edições. Explico: a primeira continha duas músicas que as tresloucadas tesouras da ditadura trataram de dar um fim. Uma delas, "Maladro é São Benedito", entre outras coisas dizia que "malandro é São Benedito que é crioulo mas é santo", já "Ganga Zumbi", um sambinha bem gostoso, cantava e contava na letra que "Palmares foi o primeiro grito de liberdade no Brasil, o negro fugiu dos canaviais fundando no alto da serra o grande reino de Zumbi". Com a censura, a Odeon, gravadora de Paulo Diniz, imediatamente tirou as músicas do disco, lançando outro, com a mesma capa, mas ficou capenga.
Assim, São Benedito e Zumbi foram para o espaço. Nunca mais se soube que fim levaram. Já procurei na Internet e não achei nada. Se bobear, nem o sumido Paulo Diniz sabe por onde andam aquelas suas canções. Uma lástima!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Tributo a Duke



Acabo de escutar esse maravilhoso CD de Abdullah Ibrahim, um pianista sul africano. O redondo é uma homenagem a Duke Ellington. O piano, único instrumento em todas as sete faixas, é fantástico, digno de dar inveja a muitos músicos eruditos, que não sabem tocar se lhes retiram a partitura da frente. Para quem gosta de jazz, vale a pena conferir.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Petit e os ovnis



Leio aqui, na revista de um jornal carioca, que o Marco Antônio Petit, da Comissão Brasileira de Ufólogos, há tempos vem fazendo uma campanha para que as Forças Armadas do Brasil abram (divulguem) seus arquivos secretos sobre aparições e talvez até mesmo contatos com ovnis no País. Pelo que parece, isso está difícil. É que, segundo ele, os militares se calam. Eu não tenho e nunca tive a menor dúvida de que óvnis existem sim. Mas é também verdade que muita coisa é fanfarronice. A ufologia tem que ser séria, crível.
Digo que acredito porque não sou daqueles pretensiosos que acham que apenas a Terra, em um universo vasto e pouco desconhecido, seja habitada. Tenho minhas visões e opiniões bastante polêmicas, às vezes, sobre a vida em geral. Nunca fechei minha cabeça a nada. Pelo contrário, ela está permanentemente aberta a novas opiniões, visões e sensações. No entanto, só aproveito as que se harmonizam com meus pensamentos.
Minha convicção sobre a existência de ovni se confirmou, não porque eu tenha visto um. Aliás, acreditando há anos, nunca pus os olhos em um disco sequer.
Por volta de 1983, 84, morava então na rua Paula Frassinetti, no Rio Comprido. Estávamos já deitados, tarde da noite, quando o telefone toca. Era meu ex-sogro, militar já falecido, então professor do Colégio Militar na Tijuca, uma das pessoas mais céticas em relação a esse assunto. Não acreditava mesmo.
Morava em uma cobertura na Alzira Brandão, com vista para o Alto da Boa Vista. Ao telefone ele nos dizia que estava vendo um disco voador grande, pairando há quase vinte minutos no horizonte, bem em cima do que seria a estrada do Alto. Tinha pego seus binóculos e o observava atentamente. Para mim foi o suficiente. Até porque meu ex-sogro terminou a ligação dizendo: “você tinha razão”.
Ao Petit, meu pedido de que nunca desista dessa luta. Água mole em pedra dura tanto bater até que fura, diz o ditado. As fotos ilustrativas foram tiradas de sites da Internet.




domingo, 20 de abril de 2008

Agora é contigo Mengo

Que jogo! Parabéns ao Botafogo que acaba de conquistar a Taça Rio, ao vencer por 1 a 0 o Fluminense. E o Botafogo ainda teve dois jogadores expulsos. Renato Gaúcho, técnico do Fluminense, chorou de emoção na vitória tricolor sobre o Vasco, domingo passado, mas hoje deve estar chorando de tristeza. Já o Cuca, técnico do Botafogo, deve ser sorriso puro. Não sou nem Fluminense, nem Botafogo, mas reconheço que foi um jogão.
Agora é aguardar a final para ver, entre Flamengo e Botafogo, quem é o melhor do Carioca em 2008. E sem chororô, por favor.

Aguardem

Em breve este blog estará no ar...