quarta-feira, 30 de abril de 2008

Banheeeeeiiiiiraaaaaaaaaaa!

E o Ronaldo Fenômeno, heimmmmm!!!!??????? Que mancada, meu Deus!!!!!!!!!!!!!!!! Nada tenho contra as opções sexuais das pessoas. Cada um sabe o que faz com seu corpo. Mas Ronaldo é uma pessoa pública, querida, e teria que pensar mais antes de dar qualquer passo. Pode arruinar com sua vida assim de uma hora para a outra. A Nike já disse, segundo os jornais de hoje, que poderá rever seu contrato com o jogador. Além do mais, com o dinheirão que tem não precisava passar por isso.
É bem verdade que essa história está muito confusa. Existe uma só verdade nisso tudo e várias meias verdades. Mas só quem esteve naquele quarto saberá.
De qualquer modo, Ronaldo vinha tentando recuperar uma imagem em queda depois daquela Copa do Mundo, tentando se livrar da imagem negativa de gordinho, tentando se recuperar de uma segunda operação nos joelhos para voltar aos gramados... e me faz uma dessas!
Me vem à cabeça uma imagem de brincadeira: Ronaldo, em campo, vem trabalhando a bola, de repente chuta e fura, pisa na bola, joga pra fora do estádio, na rua... e mesmo se fizesse o gol, seria anulado. E lá na cabine da rádio, o falecido Mário - com dois enes -Vianna berraria: "Banheeeeeeeeeeeeeiiiiiiraaaaaaaaaaaaaaa!!!!!".

Sou Zé povinho

Outra bronca, desta vez com o INSS. E dou a bronca aqui por duas razões. Uma, para não enfartar. A outra, porque não se pode mais reclamar em órgão público. Ao se entrar já se lê aquele anúncio nas paredes, que soa como intimidação: "Aviso - desacato é crime". Isso quer dizer, qualquer coma, qualquer meio tom, um tom, um sustenido ou um benol na voz pode dar prisão. Então, o jeito é desabafar aqui.
Mas a questão é que estive no INSS outro dia, para tentar fazer as contas do tempo de contribuição que tenho (existe na internet, mas não é muito correta e eu preciso saber exatamente quanto tenho). Após enfrentar uma fila considerável, fui informado que teria que ligar para o 135 e agendar. Até ai, tudo bem. O problema foi quando liguei e a atendente me perguntou para que posto eu queria o agendamento. Disse então minha opção e escutei a seguinte pérola: " Para esse posto não temos vaga. Só temos vagas para outubro e assim mesmo nos postos de Paciência, Santa Cruz ou Vigário Geral". Essas são os nossas órgãos. Vou ter que esperar e entrar nesse jogo, Afinal, sou Zé povinho!

Respeito pelo idoso

Ontem tive mais uma decepção com o capitalismo selvagem... Tá. Explico: não consigo conviver bem com essa questão de as empresas quererem apenas lucrar e o cliente ô... que se dane! Principalmente quando a empresa é ligada à área da saúde e o cliente é o idoso.
Levei minha mãe, na tarde de ontem, para fazer um exame de tomografia no laboratório Labs da rua Figueiredo Magalhães. Antes de nós, entrou outro filho levando sua mãe já bastante idosa e caminhando muito lentamente, de bengala, para um outro tipo de exame. Acontece que o Labs da Figueiredo tem um mezanino onde essa senhora teria que fazer seu exame. O de minha mãe seria no térreo, sem problemas.
Me deu pena quando chamaram essa senhora e lhe disseram que o exame seria exatamente no mezanino. Sem mentira, eu fiz questão de contar os degraus que ela teria, penosamente, que subir. Eram 20. Para qualquer pessoa jovem ou ainda de meia idade seria fácil, mas imaginem para uma senhora andando com dificuldade e de bengala!
O que mais me deixou decepcionado foi a postura das atendentes do Labs. Nada podiam fazer, lamentavam, mas o exame não tinha como ser feito em outro ambiente e não tinham elevador... O pior é que se reclamamos ainda nos tornamos clientes mal educados ou chatos. Uma total falta de respeito com o cliente, com o idoso e com o ser humano!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O problema do Maracanã

Assisti ontem, pela televisão, ao jogo em que o Flamengo derrotou o Botafogo no Maracanã. Não vou comentar o confronto, primeiro porque tudo que tem que ser dito já está nos jornais de hoje e, segundo, porque não entendo de futebol a ponto de ser louco e expressar aqui minha opinião. Quero falar de outra coisa que me tem chamado a atenção e me chateado bastante.
Gosto de ir ao Maracanã com meu filho por duas razões: a primeira, porque sei que ele, Daniel, curte muito acompanhar de perto o nosso Flamengo e, segundo, porque acho o espetáculo em si - as torcidas, a vibração e a energia - belíssimo. É claro que já estive outras vezes no Maracanã. Depois, com as brigas entre torcidas e por não gostar de violência, parei de ir.
Agora, com toda essa campanha de paz e amor, com a volta da família ao campo de jogo, e por meu filho, recomecei a freqüentar o maior do mundo. Mas algo me incomoda e muito. Já não se assiste ao jogo sentado. Não consigo entender que se pague um ingresso caro para ficar 90 minutos em pé. É cansativo. A situação chega a um ponto em que, muitas vezes, nas cadeiras azuis, o torcedor fique em pé em cima dos apoios para os braços. Esse problema mereceu hoje, em O Globo, uma matéria. Comenta o fato de o público assistir em pé até nas cadeiras em cima das cabines de rádio e televisão. E vai você reclamar com os da frente para ver o que acontece... Uma pena!

Um beijo no seu coração!!!

Hoje é dia de comemoração. Daniel, o bonitão ai do lado esquerdo, meu filho, para nossa alegria, completa seus 16 anos e se torna mais um eleitor de responsa neste país. Alegre, divertido, sagaz e inteligente (sou pai coruja mesmo) nos deixa a todos muito felizes com seu carinho. A ele nós desejamos muita felicidade, muita saúde e muita luz a iluminar seu caminho nesta vida.

Além de tudo, ele é um rubro-negro doente, e ontem vibrou muito com a vitória do Flamengo em cima do Botafogo por 1 a 0. Claro, a vibração maior foi com Obina, de quem é admirador. Ao final do jogo, todo feliz, cantou em meus ouvidos aquela musiquinha que os rubro-negros gostam de ouvir: domiiiiiiiingo eu vou ao Maracanããããããã....

A ele, nosso beijo maior e aquele abraço apertadão!!!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Que fim levaram?

Outro dia, limpando a poeira de meus LP's (ainda guardo uma boa quantidade deles), peguei um de Paulo Diniz, de 1970. O LP tinha por título o nome de uma de suas músicas: "Quero voltar prá Bahia". Sucesso na época e ainda hoje. Mas o fato curioso desse disco é que foram feitas duas edições. Explico: a primeira continha duas músicas que as tresloucadas tesouras da ditadura trataram de dar um fim. Uma delas, "Maladro é São Benedito", entre outras coisas dizia que "malandro é São Benedito que é crioulo mas é santo", já "Ganga Zumbi", um sambinha bem gostoso, cantava e contava na letra que "Palmares foi o primeiro grito de liberdade no Brasil, o negro fugiu dos canaviais fundando no alto da serra o grande reino de Zumbi". Com a censura, a Odeon, gravadora de Paulo Diniz, imediatamente tirou as músicas do disco, lançando outro, com a mesma capa, mas ficou capenga.
Assim, São Benedito e Zumbi foram para o espaço. Nunca mais se soube que fim levaram. Já procurei na Internet e não achei nada. Se bobear, nem o sumido Paulo Diniz sabe por onde andam aquelas suas canções. Uma lástima!

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Tributo a Duke



Acabo de escutar esse maravilhoso CD de Abdullah Ibrahim, um pianista sul africano. O redondo é uma homenagem a Duke Ellington. O piano, único instrumento em todas as sete faixas, é fantástico, digno de dar inveja a muitos músicos eruditos, que não sabem tocar se lhes retiram a partitura da frente. Para quem gosta de jazz, vale a pena conferir.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Petit e os ovnis



Leio aqui, na revista de um jornal carioca, que o Marco Antônio Petit, da Comissão Brasileira de Ufólogos, há tempos vem fazendo uma campanha para que as Forças Armadas do Brasil abram (divulguem) seus arquivos secretos sobre aparições e talvez até mesmo contatos com ovnis no País. Pelo que parece, isso está difícil. É que, segundo ele, os militares se calam. Eu não tenho e nunca tive a menor dúvida de que óvnis existem sim. Mas é também verdade que muita coisa é fanfarronice. A ufologia tem que ser séria, crível.
Digo que acredito porque não sou daqueles pretensiosos que acham que apenas a Terra, em um universo vasto e pouco desconhecido, seja habitada. Tenho minhas visões e opiniões bastante polêmicas, às vezes, sobre a vida em geral. Nunca fechei minha cabeça a nada. Pelo contrário, ela está permanentemente aberta a novas opiniões, visões e sensações. No entanto, só aproveito as que se harmonizam com meus pensamentos.
Minha convicção sobre a existência de ovni se confirmou, não porque eu tenha visto um. Aliás, acreditando há anos, nunca pus os olhos em um disco sequer.
Por volta de 1983, 84, morava então na rua Paula Frassinetti, no Rio Comprido. Estávamos já deitados, tarde da noite, quando o telefone toca. Era meu ex-sogro, militar já falecido, então professor do Colégio Militar na Tijuca, uma das pessoas mais céticas em relação a esse assunto. Não acreditava mesmo.
Morava em uma cobertura na Alzira Brandão, com vista para o Alto da Boa Vista. Ao telefone ele nos dizia que estava vendo um disco voador grande, pairando há quase vinte minutos no horizonte, bem em cima do que seria a estrada do Alto. Tinha pego seus binóculos e o observava atentamente. Para mim foi o suficiente. Até porque meu ex-sogro terminou a ligação dizendo: “você tinha razão”.
Ao Petit, meu pedido de que nunca desista dessa luta. Água mole em pedra dura tanto bater até que fura, diz o ditado. As fotos ilustrativas foram tiradas de sites da Internet.




domingo, 20 de abril de 2008

Agora é contigo Mengo

Que jogo! Parabéns ao Botafogo que acaba de conquistar a Taça Rio, ao vencer por 1 a 0 o Fluminense. E o Botafogo ainda teve dois jogadores expulsos. Renato Gaúcho, técnico do Fluminense, chorou de emoção na vitória tricolor sobre o Vasco, domingo passado, mas hoje deve estar chorando de tristeza. Já o Cuca, técnico do Botafogo, deve ser sorriso puro. Não sou nem Fluminense, nem Botafogo, mas reconheço que foi um jogão.
Agora é aguardar a final para ver, entre Flamengo e Botafogo, quem é o melhor do Carioca em 2008. E sem chororô, por favor.

Aguardem

Em breve este blog estará no ar...