
Leio aqui, na revista de um jornal carioca, que o Marco Antônio Petit, da Comissão Brasileira de Ufólogos, há tempos vem fazendo uma campanha para que as Forças Armadas do Brasil abram (divulguem) seus arquivos secretos sobre aparições e talvez até mesmo contatos com ovnis no País. Pelo que parece, isso está difícil. É que, segundo ele, os militares se calam. Eu não tenho e nunca tive a menor dúvida de que óvnis existem sim. Mas é também verdade que muita coisa é fanfarronice. A ufologia tem que ser séria, crível.
Digo que acredito porque não sou daqueles pretensiosos que acham que apenas a Terra, em um universo vasto e pouco desconhecido, seja habitada. Tenho minhas visões e opiniões bastante polêmicas, às vezes, sobre a vida em geral. Nunca fechei minha cabeça a nada. Pelo contrário, ela está permanentemente aberta a novas opiniões, visões e sensações. No entanto, só aproveito as que se harmonizam com meus pensamentos.
Minha convicção sobre a existência de ovni se confirmou, não porque eu tenha visto um. Aliás, acreditando há anos, nunca pus os olhos em um disco sequer.
Por volta de 1983, 84, morava então na rua Paula Frassinetti, no Rio Comprido. Estávamos já deitados, tarde da noite, quando o telefone toca. Era meu ex-sogro, militar já falecido, então professor do Colégio Militar na Tijuca, uma das pessoas mais céticas em relação a esse assunto. Não acreditava mesmo.
Morava em uma cobertura na Alzira Brandão, com vista para o Alto da Boa Vista. Ao telefone ele nos dizia que estava vendo um disco voador grande, pairando há quase vinte minutos no horizonte, bem em cima do que seria a estrada do Alto. Tinha pego seus binóculos e o observava atentamente. Para mim foi o suficiente. Até porque meu ex-sogro terminou a ligação dizendo: “você tinha razão”.
Ao Petit, meu pedido de que nunca desista dessa luta. Água mole em pedra dura tanto bater até que fura, diz o ditado. As fotos ilustrativas foram tiradas de sites da Internet.
Digo que acredito porque não sou daqueles pretensiosos que acham que apenas a Terra, em um universo vasto e pouco desconhecido, seja habitada. Tenho minhas visões e opiniões bastante polêmicas, às vezes, sobre a vida em geral. Nunca fechei minha cabeça a nada. Pelo contrário, ela está permanentemente aberta a novas opiniões, visões e sensações. No entanto, só aproveito as que se harmonizam com meus pensamentos.
Minha convicção sobre a existência de ovni se confirmou, não porque eu tenha visto um. Aliás, acreditando há anos, nunca pus os olhos em um disco sequer.
Por volta de 1983, 84, morava então na rua Paula Frassinetti, no Rio Comprido. Estávamos já deitados, tarde da noite, quando o telefone toca. Era meu ex-sogro, militar já falecido, então professor do Colégio Militar na Tijuca, uma das pessoas mais céticas em relação a esse assunto. Não acreditava mesmo.
Morava em uma cobertura na Alzira Brandão, com vista para o Alto da Boa Vista. Ao telefone ele nos dizia que estava vendo um disco voador grande, pairando há quase vinte minutos no horizonte, bem em cima do que seria a estrada do Alto. Tinha pego seus binóculos e o observava atentamente. Para mim foi o suficiente. Até porque meu ex-sogro terminou a ligação dizendo: “você tinha razão”.
Ao Petit, meu pedido de que nunca desista dessa luta. Água mole em pedra dura tanto bater até que fura, diz o ditado. As fotos ilustrativas foram tiradas de sites da Internet.

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